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SECRETÁRIO EXECUTIVO DA SAÚDE ESCLARECE TUDO SOBRE A VACINA E DESMORALIZA O “PEQUENO DITADOR” (VEJA O VÍDEO)
14/12/2020 ÀS 06:48

Portas Abertas descreve como é a vida na Coreia do Norte.

  • valdivannascimento
  • 12 de jan.
  • 2 min de leitura

O controle estatal, doutrinação política e vigilância constante marcam o cotidiano de cidadãos na Coreia do Norte. Em centros urbanos como Pyongyang, vivem grupos considerados mais privilegiados e associados a histórico de lealdade ao regime, com rotinas rígidas que incluem transmissões de propaganda, reuniões políticas obrigatórias e monitoramento de atividades em órgãos públicos e locais de trabalho.


Moradores das grandes cidades também são submetidos a sessões de autocrítica, em que precisam relatar publicamente falhas e supostos descumprimentos de normas impostas pelo governo. Esses encontros são associados a exposição pública, pressão para admitir erros e incentivo a denúncias dentro do próprio grupo.


Mesmo na capital, há relatos de escassez de alimentos e de instabilidade no fornecimento de energia elétrica. A liberdade individual aparece como limitada por regras sobre deslocamento, fala, conteúdos consumidos e leituras, com risco de punições quando alguém expressa posições consideradas inadequadas pelas autoridades.


Nas áreas rurais, o cenário é descrito como ainda mais duro. Agricultores enfrentam jornadas longas em fazendas estatais, com ferramentas básicas, e convivem com dificuldades ligadas à alimentação, à falta de eletricidade e ao acesso precário a cuidados médicos.


Crianças frequentam a escola, mas a educação é apresentada como centrada na lealdade ideológica. O conteúdo também menciona que estudantes são direcionados a trabalhos em fazendas estatais e que parte das famílias recorre a mercados informais, negociando produtos de forma discreta para complementar a sobrevivência.


O que pensam sobre cristãos


A percepção de norte-coreanos sobre cristãos é apresentada como variando conforme o grau de doutrinação recebido. O conteúdo afirma que, para muitas crianças, cristãos são retratados como estrangeiros perigosos, e que a mídia estatal e o ambiente escolar divulgam narrativas que associam missionários estrangeiros a crimes graves, criando medo e rejeição.


O texto também descreve que cidadãos alinhados ao regime tendem a aceitar a propaganda contra quem segue a Jesus. Outros adotariam postura cautelosa e poderiam denunciar supostos cristãos às autoridades, motivados por recompensas como comida, favores ou vantagens sociais.


Ao mesmo tempo, o conteúdo registra que nem todos acreditam na propaganda oficial. Em regiões de fronteira, a circulação de mídia contrabandeada e o contato com estrangeiros são apresentados como fatores que expõem outras versões da realidade e levam algumas pessoas a conhecer Cristo, mesmo sem acesso convencional ao evangelho.



 
 
 

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